Basquete feminino: um desastre

Foi medonho. Nesta quinta-feira à noite, me condicionei a assistir o jogo inteiro entre Catanduva e Ourinhos, pelo terceiro jogo das finais do Campeonato Nacional de basquete feminino. Repito: foi medonho.

Os mais jovens devem procurar todos os jogos dessa série (os outros vi apenas partes, mas li relatos) para aprenderem o que não fazer no basquete. As duas equipes deram um show de horrores. Traduzindo, um show de erros bizarros e de falta de fundamento.

Sério, foi um jogo horrível. Assim como foram os outros, e estamos nas finais!

Depois ainda aparece o Ferreto, técnico de Catanduva, choramingando na TV e reclamando do que a Hortência disse há poucos dias (que não temos técnicos capacitados para assumir a seleção e por isso, como no masculino, um estrangeiro é necessário). Não temos treinadores mesmo, e vou além, nem jogadoras por aqui.

Tudo bem, sei de todas as dificuldades que existem na categoria, mas fundamento, por exemplo, se aprende em qualquer quadra poliesportiva.

Ah, por sinal, Catanduva venceu Ourinhos por 60 a 59, com uma cesta faltando 1,7 segundos, e ficou com o título paulista. Mesmo com um nível baixo, o basquete ainda é emocionante.

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