Glória do desporto nacional

Vencer a Copa Libertadores não é fácil. Na verdade, é a segunda tarefa mais difícil para um clube no mundo, atrás somente da Liga dos Campeões. E o Internacional a conquistou pela segunda vez em sua história.

Conquista merecida, para um clube que se reergueu em poucos anos e tornou-se o mais vitorioso dos últimos anos no Brasil.

Fez uma campanha, neste ano, de altos e baixos. Apostou no uruguaio Jorge Fossati, que conduziu o time até as semifinais e depois foi trocado por Celso Roth. Um treinador que por muito tempo foi motivo de piada no país, e que agora passa a integrar um seleto grupo de campeões.

O Inter não é um time brilhante. Possui uma defesa segura e goleiros inseguros. Um meio-campo brigador, com cara de Libertadores, e um jogador habilidoso e que sabe como jogar esse torneio – D’Alessandro. E um ataque eficiente, que contou com as estrelas de Rafael Sóbis e Giuliano.

Certo dia estava comentando na redação que nós, apaixonados por futebol, crescemos com algumas verdades absolutas. E uma delas, para mim, era que, no Rio Grande do Sul, o Grêmio era muito maior do que o Internacional. Duas Libertadores e um Mundial contra nenhuma conquista fora do Brasil era muita diferença. Pois é… a história é escrita a cada ano que passa.

Até o final do ano, o azul e preto dos gremistas muda de nacionalidade. E vira nerazzurri.

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